Vi um Portas num espaço friendly a distribuir propaganda política com 3 elementos de metais de uma fanfarra romena.
Entre o espanto dos conversantes houve também lugar para admiração da coragem. O Miguel, porque O Portas é o outro, não estava muito confortável. Não se sentia em casa, digamos. Notava-se uma certa retracção. Devia estar com medo de uma reacção histriónica em massa que daria a seguinte manchete jornalística:
"Miguel Portas é beijado por mais bigodes no Bairro Alto que o seu irmão no mercado do bulhão."
domingo, maio 31, 2009
sexta-feira, maio 29, 2009
Conselhos a Clarinha 3
O verdadeiro pecado é não sentir remorsos
(frase por vezes erroneamente atribuída a Maria Madalena)
sexta-feira, maio 22, 2009
V de Visitante
Esta era a cara do terror na minha meninice. Um coreto do recreio era a nossa nave espacial, debatiam-se os grupos para ver quem ficava do lado dos humanos e dos lagartos. A Ana Varela fazia sempre de rainha dos maus. Eu, que era namorado da Ana Teixeira, eterna rival da outra, tinha que ficar na resistência...segunda-feira, maio 18, 2009
Do carmo para trás
"You guys come down here to this balcony after work and discuss your lives with a couple of beers?"
perguntou sebastian para GNR de sentinela
terça-feira, dezembro 02, 2008
chama o ascensor

Um dia irei perceber.
A partir de certa altura da minha história, os elevadores deixaram de ter apenas um botão de chamada. Como passaram a ter duas ou mais cabines para serviço ascensorial passaram a ter dois botões. Um para quem quer subir e outro para quem quer descer. A gestão automática permitirá uma economia de custos e uma optimização do transporte vertical. Mesmo o neófito entenderá o sistema.
Fico irado no momento em que aguardando a minha vez chega outra pessoa mais expedita e carrega nos dois botões como se isso fizesse com que o elevador chegasse mais rapidamente. Não chega. Não me livro, contudo, de passar por completamente parvo por estar ordeiramente à espera. Quando abre as portas enfiam-se à pressa de serem as primeiras e ficam muito admiradas quando ele não vai no sentido que elas queriam. Isto costuma acontecer muito a senhoras de meia de idade com fraca percepção dos sinais luminosos dos elevadores. E bem dos semáforos, imagino, mesmo não gostando de generalizar. Ainda têm a audácia de vociferar contra a vida como se só elas importassem naqueles 2 metros cúbicos.
A vida não lhes corre bem mas os elevadores não têm a culpa.
Só para elas inventaram um novo sistema em que, em vez de botão de chamada, no exterior se carrega no andar para onde se quer ir.
Quando estas tipas se aperceberem que, em vez de 2 botões, têm um pinpad inteiro para carregar vão-se descabelar. Se carregarem nos botões todos para que venha mais depressa vão com certeza aumentar os décibeis à medida que param em todos os andares. Se a isto juntarmos o bulício de um centro comercial em época de Natal, mmmmmmm.
Fico irado no momento em que aguardando a minha vez chega outra pessoa mais expedita e carrega nos dois botões como se isso fizesse com que o elevador chegasse mais rapidamente. Não chega. Não me livro, contudo, de passar por completamente parvo por estar ordeiramente à espera. Quando abre as portas enfiam-se à pressa de serem as primeiras e ficam muito admiradas quando ele não vai no sentido que elas queriam. Isto costuma acontecer muito a senhoras de meia de idade com fraca percepção dos sinais luminosos dos elevadores. E bem dos semáforos, imagino, mesmo não gostando de generalizar. Ainda têm a audácia de vociferar contra a vida como se só elas importassem naqueles 2 metros cúbicos.
A vida não lhes corre bem mas os elevadores não têm a culpa.
Só para elas inventaram um novo sistema em que, em vez de botão de chamada, no exterior se carrega no andar para onde se quer ir.
Quando estas tipas se aperceberem que, em vez de 2 botões, têm um pinpad inteiro para carregar vão-se descabelar. Se carregarem nos botões todos para que venha mais depressa vão com certeza aumentar os décibeis à medida que param em todos os andares. Se a isto juntarmos o bulício de um centro comercial em época de Natal, mmmmmmm.
democracia do presente
domingo, novembro 16, 2008
sexta-feira, outubro 24, 2008
EXOC » Lisboa
Começou nas Caldas da Rainha.Compostou em Vila Velha de Ródão.
Imaginou-se. Criou-se.
Evangelizou-se por Nisa, Alcongosta, Bogas do Meio, Castelo Branco, Gonçalo.
Fez-se.
Expôs-se em Vila Velha de Ródão, Fundão, Porto.
Agora Lisboa.
Na Fábrica Features da Benetton do Chiado
neighbours
Neighbours, everybody needs good neighbours,
Just a friendly wave each morning, helps to make a better day.
Neighbours, need to get to know each other, next day is only a footstep away.
Neighbours, everybody needs good neighbours,
With a little understanding, you can find a perfect plan.
Neighbours, should be there for one another.
That's when good neighbours become good friends.
Lyrics for TV Show Neihgbours - airing from 1985 until now
terça-feira, outubro 07, 2008
rambutan
segunda-feira, setembro 22, 2008
And now for something completely geek

Whatever happened to my copy/paste?!
Não percebo como se reforma o pai da Microsoft com a distinta lata de não criar programas com compatibilidade para a versão seguinte. De cada vez que muda o paradigma anda meia população com ensino superior para lá e para cá com ficheiros em versões alternadas.
O meu novíssimo MS Excel 2007 tem tanta mariquice que já pensei em voltar atrás no tempo para fazer investigação estatística ou epidemiológica só para o usar. Não que me interessem as fórmulas de cálculo mas é bestial que as novas cores e tridimensionalidades gráficas já não mordam a vista.
Ia todo entusiasmado tratar de umas iterações complicadas e no fim o good-old-copy-paste não funciona?!
O meu novíssimo MS Excel 2007 tem tanta mariquice que já pensei em voltar atrás no tempo para fazer investigação estatística ou epidemiológica só para o usar. Não que me interessem as fórmulas de cálculo mas é bestial que as novas cores e tridimensionalidades gráficas já não mordam a vista.
Ia todo entusiasmado tratar de umas iterações complicadas e no fim o good-old-copy-paste não funciona?!
Liguei a universitários, fui a fóruns e no fim tentei por mim.
Os universitários despacharam-me. Com a premência de apresentar teses e a urgência das datas limite, ninguém quer apurar uma causa se conseguem levar a água ao seu moinho de outra maneira.
Resolvi consultar os fóruns online. Apesar dos muitos infoexcluidos a relatar o problema nenhum aparece com soluções. Até que, miraculosamente, um jovem polaco esclarece tudo no seu blog . A culpa é da vontade! As placas gráficas da nVidia não querem falar com as folhas de cálculo. Pareceu-me plausível mas rebuscado.
Não satisfeito, torci o nariz. "A explicação mais simples é normalmente a mais verdadeira." (Isto se não foi dito por alguém importante é, com toda a certeza, um provérbio chinês)
Decidi explorar por mim sobretudo perante os seguintes indícios:
Os universitários despacharam-me. Com a premência de apresentar teses e a urgência das datas limite, ninguém quer apurar uma causa se conseguem levar a água ao seu moinho de outra maneira.
Resolvi consultar os fóruns online. Apesar dos muitos infoexcluidos a relatar o problema nenhum aparece com soluções. Até que, miraculosamente, um jovem polaco esclarece tudo no seu blog . A culpa é da vontade! As placas gráficas da nVidia não querem falar com as folhas de cálculo. Pareceu-me plausível mas rebuscado.
Não satisfeito, torci o nariz. "A explicação mais simples é normalmente a mais verdadeira." (Isto se não foi dito por alguém importante é, com toda a certeza, um provérbio chinês)
Decidi explorar por mim sobretudo perante os seguintes indícios:
- A existência de uma reparação específica para a versão Dinamarquesa.
- A queixa dos Lusiglotas de ao usarem o atalho Ctrl+S com a finalidade de Salvar (save), obterem Sublinhar.
Quem é que tem agora vontade de ver se resolveram o problema das transparências do PowerPoint?
quinta-feira, setembro 18, 2008
Eu quero um Kefir

Há determinadas subculturas que me continuam a surpreender. Consegui atingir quase 30 anos da minha vida sem nunca me cruzar com o Kefir. Depois de um lamiré e um boqueabrir decidi investigar por mim.
A dificuldade do nome exótico criou logo entraves à pesquisa. Não tem um "ph" nem um "y" e escreve-se tal e qual como se fosse um nosso vizinho indiano.
Kefir: Há quem lhe chame a planta do iogurte. É uma massa em forma de couve flor que se alimenta de leite. Extraordinário? Ainda não. Deve ser conservada à temperatura ambiente e cresce multiplicando-se desde que se vá mudando a aguadilha. São pois está claro bactérias e leveduras daquelas que se apregoam como "das mesmo boas". Comensais intestinais diria eu. Apregoam-se as mais variadas vantagens para a saúde que se retiram de beber a aguadilha. Tanto que até se podia de desconfiar de charlatanice ou tv-shopismo. Mas...
Os problemas começam logo com a pergunta: Onde se pode comprar este milagroso iogurte automático?
Pois não pode. Tem de se pedir a alguem que o tenha que dê um excedente numa cerimónia de passagem com um conjunto de regras e de faz-se-assim-não-sei-porquês.
O tratamento adivinha-se extremoso para uma interactividade limitada com este animal doméstico (ou antes milhões). Pelo menos não é preciso leva-lo à rua e basta deixá-lo no frigorífico se precisar de ir de férias. O mais insólito é que lhe bebemos as fezes.
São servidos de um lassi?
A dificuldade do nome exótico criou logo entraves à pesquisa. Não tem um "ph" nem um "y" e escreve-se tal e qual como se fosse um nosso vizinho indiano.
Kefir: Há quem lhe chame a planta do iogurte. É uma massa em forma de couve flor que se alimenta de leite. Extraordinário? Ainda não. Deve ser conservada à temperatura ambiente e cresce multiplicando-se desde que se vá mudando a aguadilha. São pois está claro bactérias e leveduras daquelas que se apregoam como "das mesmo boas". Comensais intestinais diria eu. Apregoam-se as mais variadas vantagens para a saúde que se retiram de beber a aguadilha. Tanto que até se podia de desconfiar de charlatanice ou tv-shopismo. Mas...
Os problemas começam logo com a pergunta: Onde se pode comprar este milagroso iogurte automático?
Pois não pode. Tem de se pedir a alguem que o tenha que dê um excedente numa cerimónia de passagem com um conjunto de regras e de faz-se-assim-não-sei-porquês.
O tratamento adivinha-se extremoso para uma interactividade limitada com este animal doméstico (ou antes milhões). Pelo menos não é preciso leva-lo à rua e basta deixá-lo no frigorífico se precisar de ir de férias. O mais insólito é que lhe bebemos as fezes.
São servidos de um lassi?
quarta-feira, setembro 17, 2008
centamostra
Artes Plásticas: Mapa provisório - Obras de Lara Soares, André Banha, Rute Magalhães, Ana Trincão e João Bento; André Castro; Gonçalo Tocha
Música: Marco Franco e Nuno Rebelo; Power Trio; Joana Sá; Luis Martins; Simão Costa
Dança: (r)existir 2008; Sílvia Pinto Coelho; Mário Afonso
Design: 3º Andar Direito, Bruce Willis ; EXOC
sexta-feira, agosto 29, 2008
I'd rather have a B&O
Outros logos de apoio a BOUm pensamento sobre Vice-Presidentes
Equipa Burros O Barack escolheu um McCain
Equipa Elefantes O McCain escolheu uma Hillary
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