sábado, novembro 06, 2004

A pista de dança segundo S.Lucas, ou quando o teu flatmate se revela

Fui sair ccom as espanholas, Adela e Soledad. Elas traziam um amigo, o Ahmed. Eu levei dois, o Lucas (flatmate) e o Jeremy (amigo do Lucas). Sem combinação prévia iamos de preto e elas de branco quais peças de um jogo de xadrez.
Andamos cerca de 30 minutos à procura de um sítio para entrar. Às 23H já tudo está cheio e não apetece mesmo fazer parte de uma multidão encalorada. Como se as meninas gritassem por "salsa", o Ahmed lá nos revela que trabalha no Montecristo, uma espécia de alunos de apolo para as danças latinas em Bruxelas. Lá fomos.
Quiseram os interesses comerciais que o Montecristo mantivesse a exclusividade musical sul-americana só até à meia-noite. A partir daí rende-se à popularidade M-tiveira de passar os grandes êxitos da musica afro-americano-soul-R-B-cús-de-preta-e-carros-brilhantes.
Não obstante o prenúncio de uma má noite pela escolha musical, resolve o Lucas mostrar os seus dotes de dançarino. Convenientemente afastado de nós começa a fazer um conjunto de passos que me trazem à memória o MC Hammer, o Micheal Jackson, os New Kids on the Block, os Bros., os East 17... tudo condensado numa só pessoa. Eu até pensei a dada altura que ia tirar umas luvas brancas do bolso para fazer a dança contra o vidro invisível. De resto, ele fez os passos esquecidos do alcântara-mar, a marcha solitária do technotronic, o moonwalking, saltava caía em esparregata e voltava a subir, a onda cos bracinhos, o robô estragado... incessantemente, ele fez de tudo! Claro que foi a animação da noite apesar de descontextualizado da musica.
A certa altura falava com uma outra espanhola que conheci in situ sobre musica brasileña: conheces aquela musica "rio, rio, rioooo... rio prá nãão choráááá".

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