quinta-feira, julho 21, 2005

A Mulher no Lar 3

Dentro do lar, a mulher é o exemplo personificado da serenidade e da educação, seja qual for a sua categoria social.
Uma mulher em gestos colericos e descompostos é uma das coisas mais horriveis, mais abominaveis que póde imaginar-se.
E aquela que acompanha esses excessos duma linguagem grosseira e obscena, já não é mulher, é uma furia, um ser indefenivel. Embora o homem empregue termos indecentes, á mulher cumpre abster-se de usa-los e proibi-los aos filhos. Os palavrões na bôca duma mulher tornam horrenda a que se tem no conceito de formosa.
Com os vicios dos maridos, desde que sejam incorrigiveis, não transige uma mulher digna.
Um homem que se embriaga, ou joga o sustento da familia, é uma criatura abjecta. Só tem de humano a figura. Perdeu o respeito por si, não merece que os outros o considerem.
O dever da mulher, porém, é empregar todos os meios ao seu alcance, para o libertar dessa degradação moral. Se não póde, cumpre-lhe abandona-lo.



2 comentários:

gaja disse...

Finalmente um motivo para uma gaja suspirar de alívio. Existe justa causa para dar com os pés ao respectivo gajo sem abandonar a cartilha moral da Mulher no Lar! É bom saber, é bom saber...

.toquio disse...

nao consigo perceber por que é que estes livros deixaram de ser editados...

estarão assim tão fora de moda? ilustram perfeitamente uma sociedade perfeita. sem conflitos entre sexos, sem quizílias matrimoniais, sem divóricios [a não ser que o homem se torne violento]

para quê lutar pelo feminismo, quando nos pedem ajuda sempre que é necessário levantar um peso?

 
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